A Associação "Trilhos d'Esplendor" com sede na Praia de Quiaios, Figueira da Foz, pretende fazer em caminhadas guiadas uma descrição fotográfica da Flora da Serra da Boa Viagem e das Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas. Também mostramos o uso fito-terapêutico desta Flora cujo valor na medicina tradicional é bem conhecido na população local. São todos convidados para descobrir a beleza florística desta terra. Visitem uma das regiões mais importantes de biodiversidade de Portugal!

Download of PDFs (2 Volumes - Eds. 2014):

"Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited" (Vol. I - Introdução - 371 pp.) (->Download)

"Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited" (Vol. II - Portugal - 1559 pp.) (-> Download)

(contains Web links to Flora-On for observed plant species, Web links to high resolution Google satellite-maps (JPG) of plant-hunting regions from the Iberian peninsula; illustrated text in Portuguese language)


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Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited - última compilação

Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited (Volume I - Portugal) Download PDFs (>300MB)

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

2.13.1b Serra da Lousa (II)




“Flowers of South-West Europe - a field guide” - de Oleg Polunin e B.E. Smythies


“Revisitas” de regiões  esquecidas no tempo - “Plant Hunting Regions” - a partir de uma obra de grande valor para o especialista e amador de botânica como da Natureza em geral.



Por
Horst Engels, Cecilia Sousa, Luísa Diniz, Nicole Engels, José Saraiva, Victor Rito
da
Associação “Trilhos d’Esplendor”



2.13 The Northern Serras of Portugal


2.13 The Northern Serras of Portugal
2.13.1 Serra da Lousã, do Açor e Encosta oeste da Serra da Estrela (Loriga)

Folhas de Cálculo:  

Bases de Dados:
  1. Carta Militar (1:25.000) (JPG;GIF)





 

2.13.1b Serra da Lousa (II) (cont.)



Mas também fica frequentemente patente a tendência humana de procurar multidões como de procurar aquele que é fóra do vulgar. Um exemplo bom para demonstrar esta tendência parece ser uma iniciativa da freguesia de Castanheira de Pera na construção de uma Praia fluvial com scenário tropical. Nas fotos a seguir uma ribeira no seu aspecto tradicional e semi-natural e uma praia fluvial com scenário tropical em Castanheira de Pera.


Ameal, Castanheira de Pera


Ameal, Castanheira de Pera


Praia fluvial - Castanheira de Pera






Praia fluvial - Castanheira de Pera


Praia fluvial - Castanheira de Pera




Praia fluvial do Mosteiro, Pedrogão




Além de sofrimento por emigração e abandono pela população humana, toda região das serras da Beira (Serra da Lousã, Serra do Açor e Serra da Estrela) tem sofrido imenso pelos incêndios que acabaram de destruir nas últimas décadas grande parte das florestas e antigos baldios da região. No entanto, a força de recuperação da natureza deixa aqui também novamente paisagens fascinantes.




 
Parque eólico da Serra da Lousã


Área em recuperação depois de um incêndio



Área em recuperação depois de um incêndio


Área em recuperação depois de um incêndio



Área em recuperação depois de um incêndio





Parede de xisto com uma Erica cinerea



Vista para o pico Neve e Santo António da Neve - em frente Quercus robur



Erica australis - Santo António da Neve, Lousã


Erica australis - flor




Capela de Santo António da Neve, Lousã


Nevoeiro -  Santo António da Neve, Lousã



Sorbus aucuparia - Santo António da Neve, Lousã


Frutos de Sorbus aucuparia - Santo António da Neve, Lousã




Quercus robur - Santo António da Neve, Lousã




Quercus robur - flores (Santo António da Neve, Lousã)



Santo António da Neve, Lousã



Quercus robur - Santo António da Neve, Lousã




Liquens (Lobaria pulmonaria) e musgos em
Quercus robur - Santo António da Neve, Lousã




Nevoeiro, Santo António da Neve, Lousã






Santo António da Neve, Lousã





Paisagem - à direita Quercus pyrenaica  (Santo António da Neve, Lousã)



Giestas e ericáceas (Pterospartum tridentata, Calluna vulgaris, Erica cinerea e E. umbellata)  
- Santo António da Neve, Lousã


Nesta foto é representada uma das comunidades fitossociológicas da classe Calluno-Ulicetea descritas na revisão das urzais e giestais da Península Ibérica por Rivas-Martinez (Brezales y jarales de Europa occidental (Revisión Fitosociológica de las clases Calluno-Ulicetea y Cisto-Lavanduletea)). No entanto, a grande similaridade entre algumas comunidades que contêm as espécies acima referidas, e sobretudo transições existentes entre estas comunidades, não permite identificar a comunidade fitossociológica apenas a partir desta foto com segurança.


Mas, a comunidade Ulici minoris-Ericetum umbellatae descrita em Rivas-Martinez (1979), contêm as espécies observadas na foto acima (Ulex minor também existe na área) e está também dentro da área indicada para esta comunidade, de forma que seja provável que a comunidade na foto representa esta comunidade ou uma forma transicional desta comunidade:

24. Ulici minoris-Ericetum umbellatae Br.-Bl., P. Silva & Rozeira 1964 em.


Síntipo: Ulicio-Ericetum umbellatae pterospartetosum Br.-BI., P. Silva & Rozeira 1964, tb. 17; lectosíntipo invent. no 8.


Sinecología y corologia: Asociación acidófila de matiz atlántico acusado, exigente en precipitaciones estacionales pero que soporta un largo período de sequía estival. Ocupa una posición montana y por ende más fría que su geovicaria litoral Erico-Ulicetum micranthi de la que se separa por la ausencia del endemismo galaico-portugués Ulex micranthus. Es relativamente común en la zona de transición portuguesa entre las regiones Eurosiberiana y Mediterránea en los sectores Galaico-Portugués y Lusitano duriense. También existe en enclaves particularmente lluviosos de otros territorios más meridionales, presentándose en los sectores Beirense litoral, Estrellense y Toledano-Tagano (Serra de Sáo Mamede y Sierra de la Calera). Desde el punto de vista dinámico representa una etapa avanzada de la degradación antropozoógena de los bosques caducifolios climácicos de Quercus
robur y Quercus pyrenaica.
Carácter florístico: Son especies dominantes Erico umbellata, Erica cinerea, Calluna vulgaris, Pterospartum tridentatum, Ulex minor, Halimium alyssoides, Simethis planifolia, Agrostis setacea, etc. La separación del Ulici minonis-Ericetum umbellatae de las asociaciones en vecindad y próximas florísticamente como Ulici europaei-Ericetum cinereae, Pterosparto-Ericetum cinereae y Erico-Ulicetum micranthi, plantea algunas dificultades que pueden superarse teniendo en cuenta los siguientes criterios. De la asociación más septentrional Ulici europaei-Ericetum cinereae (Daboecienion, Ulicion minoris) se separa por la ausencia de Ulex europaeus subsp. europaeus y Daboecia cantabrica; del Erico-Ulicetum micranthi, como ya se ha indicado, por la inexistencia del endemismo galaico-portugués Ulex micranthus; y de la asociación galaico-leonesa Pterosparto-Ericetum cinereae (Ericenion umbellatae, Ericion umbellatae), que matiza la transición atlántico-mediterránea hacia las tierras interiores más continentales de la Galicia transibérica, la ausencia entre otras especies de Halimium umbellatum y Festuca elegans. Recíprocamente, faltan en la asociación más continental, Pterosparto-Ericetum cinereae, los elementos mediterráneo-iberoatlánticas occidentales, sensibles a los fuertes fríos invernales, como Lavandula stoechas subsp. luisieri, Genista triacanthos, Simethis planifolia, etc.
Observaciones: A pesar de la similitud floristica de las asociaciones mencionadas, opinamos que su individualización es muy útil y necesaria, ya que la vocación, caracteres ecológicos de los ecosistemas y territorios que constituyen la transición mediterráneo-atlántica, es asimismo muy diversa y debe ser puesta de manifiesto.







Brezales con ahulagas de distribución mediterráneo-iberoatlántica
meridional y tingitana, existentes en las provincias corológicas Tingitana







Trevim (1205m NN) - visto à partir de Santo António da Neve, Lousã



Vista para a Serra da Estrela à partir de Neve, Lousã



Parque eólico na Serra da Lousã



Caminho florestal - Santo António da Neve, Lousã



Vista em direcção da Serra da Estrela, Santo António da Neve, Lousã



Vista em direcção da Serra da Estrela, Santo António da Neve, Lousã





Zona florestada em Santo António da Neve




Sotão de castanheiros (Castanea sativa) na Serra da Lousã



Sotão de castanheiros (Castanea sativa) na Serra da Lousã



Árvores introduzidas (florestação) na Serra da Lousã - Sequoia sempervirens



Árvores introduzidas (florestação) na Serra  da Lousã - Pinus ?sylvestris


Árvores introduzidas (florestação) na Serra  da Lousã - Betula spec.





Veja à seguir: 13. The Northern Serras of Portugal (Serra da Lousã (III) cont.)











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