A Associação "Trilhos d'Esplendor" com sede na Praia de Quiaios, Figueira da Foz, pretende fazer em caminhadas guiadas uma descrição fotográfica da Flora da Serra da Boa Viagem e das Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas. Também mostramos o uso fito-terapêutico desta Flora cujo valor na medicina tradicional é bem conhecido na população local. São todos convidados para descobrir a beleza florística desta terra. Visitem uma das regiões mais importantes de biodiversidade de Portugal!

Download of PDFs (2 Volumes - Eds. 2014):

"Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited" (Vol. I - Introdução - 371 pp.) (->Download)

"Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited" (Vol. II - Portugal - 1559 pp.) (-> Download)

(contains Web links to Flora-On for observed plant species, Web links to high resolution Google satellite-maps (JPG) of plant-hunting regions from the Iberian peninsula; illustrated text in Portuguese language)


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Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited - última compilação

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Flowers of South-West Europe revisited - 2.1.3.1 - Monchique

“Flowers of South-West Europe - a field guide” - de Oleg Polunin e B.E. Smythies

“Revisitas” de regiões  esquecidas no tempo - “Plant Hunting Regions” - a partir de uma obra de grande valor para o especialista e amador de botânica como da Natureza em geral.

Por

Horst Engels, Cecilia Sousa, Luísa Diniz, Nicole Engels, José Saraiva; Victor Rito

da

Associação “Trilhos d’Esplendor”

2.1 O Algarve

                

2.1.   Algarve

2.1.1   The coastal zone (Littoral)

2.1.1.1   Barlavento (Ocidental)

                2.1.1.1.1   Costa Vicentina

2.1.1.2   Centro

2.1.1.3   Sotavento (Oriental)

2.1.2   The limestone zone (Barrocal)

2.1.3   The Serras

2.1.3.1   Monchique

2.1.3.2   Malhão

2.1.3.3   Caldeirão

2.1.3 The Serras

Polunin & Smythies escrevem  (p. 46-47):

The Serras,  the hills that make up the northern two-thirds of the Algarve, are built of schists of the carboniferous period (except for the Monchique syenite and foyaite), and are separated from the limestone zone to the south by a narrow band of Tertiary sandstones and conglomerates. These hills consist of the Serra do Caldeirão in the east, S. do Malhão  in the centre, and S. de Monchique  in the west, separated by the low land of the Sao Marcos depression. Their acid soils support a quite different vegetation from that developed on the limestone further south.

Willkomm escreve em 1898 (p.286-287) [1]  :

Das silurische Gebirge der Serra ist gleich dem der S. Morena von einer immergrünen Gebüschformation bedeckt, in welcher Cistus ladaniferus  ebenfalls die hervorragendste Rolle spielt. Dennoch ist diese Formation wesentlich anders zusammengesetzt, als selbst in der westlichen S. Morena, indem in ihr neben jener Cistrose drei Straucharten vorherrschen, welche dort teils gar nicht, teils nicht so massenhaft auftreten, nämlich die weißblumige Erica lusitanica  Rud., die rosenblumige E.   australis  L. und die goldgelbblumige (vom Verf. dort zuerst aufgefundene) Genista polyanthos  Roem., ein mannshoch werdender sehr ästiger Strauch mit armsdicken Stämmen, rutenförmigen Asten und gebüschelten dornspitzigen Zweigen, die sich über und über mit goldgelben Blüten bedecken. Da alle drei Sträucher schon im Februar in voller Blüte stehen, wo sich übrigens auch schon die großen, dort meist purpurgefleckten Blumen des C. ladaniferus  zu öffnen beginnen, so erscheint schon dann der dunkelgrüne Gebüschmantel der Serra von fern weiß, rosenrot und gelb gefleckt und gestreift. Übrigens kommen in demselben auch viele der oben genannten Immergrünsträucher und Genisteen ebenfalls vor, besonders häufig Erica   umbellata  L. und Ulex baeticus  Boiss. Die Flora dieses Gebirges scheint noch wenig untersucht zu sein. Im Februar, wo Verf. dasselbe flüchtig durchkreuzt hat, ist der sandige Boden auf Blößen überall mit blühenden Zwiebelgewächsen ( Trichonema ** ramiflorum  Ten., Narcissus Bulbocodium  L., Muscari racemosum  L., Scilla odorata  Brot, und monophyllos  Lk.) bestreut, außerdem stellenweis mit Büscheln der niedlichen Linaria   amethystea  Hffgg. Lk., mit Bellis  ** annua   L. und ** silvestris   Cyr. ß. papulosa  (Boiss.) Lge. u. a. , weshalb das Silurgebirge dann streckenweis einem Blumengarten gleicht. Bereits innerhalb AlemTejo's (zwischen Coste Figueira und Almodovas) sind auf Sandboden Thymelaea   villosa   Endl., Tuberaria   bupleurifolia   und inconspicua  Wk. gefunden worden.
2.1.3.1 Monchique

A Serra de Monchique  é integrada num conjunto geológico bastante único. Do soco de xistos do Carbónico, levanta-se um maciço alcalino de sienito  de vertentes abruptas mas arredondadas, cobertos por vegetação característica. A presença simultânea de dois topos de grande altitude comparativamente à região, os vales bem demarcados, as linhas de água e o grande número de nascentes naturais, conferem à Serra marcas irrepetíveis e originais. Estas características enriquecem ainda mais o valor natural da Serra e a importância do seu estudo.

O maciço de Monchique corresponde a uma intrusão ígnea alcalina localizada no município com o mesmo nome. Apresenta uma área visível com cerca de 80 Km2 e nele se encontram os pontos mais elevados da Serra de Monchique: Fóia  e Picota . Do ponto de vista geológico o maciço alcalino é um caso raro no contexto das intrusões peninsulares, constituído em cerca de 95% por sienitos nefelínicos . Por este motivo, desde muito cedo que o maciço de Monchique tem despertado a curiosidade e o interesse por parte de geólogos e outros investigadores.

O primeiro trabalho sobre o maciço alcalino de Monchique foi realizado no século XIX por R. Blum (1861) onde apresentou aspectos relativos à tectónica, à petrografia e à morfologia. Este autor atribuiu à rocha do monte da Fóia o nome de foiaíto .

O Maciço de Monchique é dos maciços ígneos alcalinos mais importantes da Europa. Pertence à província ígnea alcalina da Península Ibérica, de idade do Cretácico Superior, que inclui os três maciços sieníticos: Monchique , Sines  e Sintra . Encontra-se encaixado em metassedimentos constituídos por xistos, grauvaques, arenitos e quartzitos de idade do Carbónico Inferior marinho. [2]

O Monchique despertou também já cedo o interesse dos botânicos devido à espécies relictícias como o Rhododendron baeticum  e de endemismos lusitanicos que ai se encontram, é por isso a Serra de Monchique constitui uma importante área florística de Portugal e da Península Ibérica.

Rhododendron ponticum [3]

Polunin & Smythies  escrevem em 1987 (p.47-48):

The Serra de Monchique  is the highest part of the range, with the twin peaks of Foia , 902 m, and Picota , 744 m, both formed of foyaite and syenite, surrounded by schists. The western end of the Serra has the highest annual rainfall of the Algarve, and the abundant water available from perennial springs has led to the building of many rich irrigated terraces. Between the two peaks nestles the village of Monchique at 460 m, where fine camellia trees are grown, while lower down near the foot of the hills on the south side, lies the spa of Caldas de Monchique at 200m, which was known to the Romans.

This is one of the classical botanical localities of the Algarve, but unfortunately most of the original oak forests of Q. canariensis  and * Q. faginea  that once clothed the hills have long since disappeared, though some chestnut coppice is still maintained on the slopes of Picota. Today these hills appear well wooded owing to the extensive plantations of Eucalyptus  and Pinus pinaster , while olive groves and cork woods are grown up to altitudes of 550 m. There are also small plantations of the creamy-white-flowered Acacia melanoxylon ; and the more ornamental yellow-flowered species have been planted along the roadsides. Of the two peaks, Foia  is accessible by a good road to the summit, rather bare and uninteresting and now much cluttered up with television masts, but the lower slopes are more rewarding; Picota  is wilder and more interesting than Foia: one has to walk up most of the way from Monchique.

The more conspicuous plants include * Paeonia broteroi , which flowers before the end of April, and * Rhododendron ponticum  flowering at the same time or a little later in gullies, and the two tall white heathers * Erica lusitanica  and * E. arborea  which may start flowering in February. The fanner seems to be the commoner of the two. but E. arborea  is dominant on the upper slopes of Picota, and in sheltered places grows to 4 m in height. * Arbutus unedo  grows luxuriantly, and a type of brandy, medronheiro , is distilled from the berries in Monchique. The primrose, P. vulgaris  is found here and there, notably in the chestnut coppice on the lower slopes of Picota. Of the bulbs. * Scilla monophyllos  is conspicuous everywhere in April ; * Romulea bulbocodium  is also abundant, notably on the summit of Foia; and the Spanish bluebell, * Endymion hispanicus , is locally common.

As one climbs up Picota one passes for two-thirds of the way through farms and chestnut coppice, where the most conspicuous plants in spring , in addition to those already mentioned, are * Saxifraga granulata  on walls, the two tall spurges Euphorbia characias  and E. amygdaloides , Anchusa undulata , and Asphodelus morisianus . On the rocky summit slopes, above the limit of cultivation, the most colourful shrubs are the golden-yellow * Halimium commutatum , the purple * Erica ciliaris,  as well as pink * Cistus crispus.  

The rare tree Myrica faya  grows here and there, usually by streams, on Picota, but we have only seen one specimen on Foia. It resembles the Strawberry Tree,   Arbutus unedo , but is easily distinguished from it by its darker green and narrower leaves.

Myrica faya

Frutos de Myrica faya

Other more unusual plants of this area are Campanula primulifolia , Centaurea longifolia , Senecio grandiflorus , the handsome robust, white-flowered * Astragalus lusitanicus , and the very rare Leucojum longifolium  which may now have become extinct. * Erica ciliaris  has recently been found on Foia.

Campanula primulifolia [4]

Acis longifolium (Leucojum longifolium) [5]

Acis longifolium (Leucojum longifolium) [6]

Willkomm [7]  escreve em 1898 (p.287-289) :

Eine ganz andere Vegetation besitzt die Serra de Monchique . Das tiefe Thal, welches ihre breiten Kuppen scheidet und in dessen oberstem Teile am rechten Thalhange das Städtchen Monchique hochromantisch gelegen ist, sowie die das Granitgebirge von den es umringenden Kämmen des silurischen trennenden Thäler sind erfüllt mit Wäldern von Quercus Suber und Hex. Auf diese Eichenwaldung folgt ein an den Hängen beider Kuppen, besonders der Foi'a sich hoch hinaufziehender Gürtel von Kastanienwaldung, welche auch schon die Stadt umgiebt. Wo diese aufhört, beginnen Wiesen und Triften, denen viele kleine Bäche entquellen, welche nach abwärts immer tiefer und felsiger werdende Schluchten in die Flanken beider Kuppen gerissen haben und diese, abgesehen von deren zahlreichen Felsmassen, gänzlich bis zum Gipfel bedecken. An den Abhängen der Foi'a tritt noch innerhalb der Buchenwaldung Rhododendron ponticum  L. auf, welches an den Ufern der Bäche bis hoch in die Region der Triften emporsteigt, dichte Gebüsche bildend, aber hier viel niedriger und mit kleineren und schmäleren Blättern begabt ist, als in den Gebirgen von Algeciras. Ob dasselbe auch an den Abhängen des östlichen, niedrigeren Gipfels, der Picota vorkommt, ist dem Verfasser, der diesen Gipfel nicht erstiegen hat, unbekannt, wohl aber wächst dort an den Bächen der oberen waldlosen Region die azorische Myrica Faya  Ait. in gleicher Häufigkeit. Außer diesen beiden seltenen und schönen Sträuchern finden sich teils als Unterholz der Wälder, teils in Buschformationen Sträucher von Quercus lusitanica  δ. Mirbeckii  Dur. und Qu. humilis  Lam., sowie zahlreiche Genisteensträucher, nämlich: Genista  ** Lobelii DC, Ulex * nanus  Forst. ß. lusitanicus Webb, U. opistholepis Webb (beide bisher nur in Algarbien gefunden), Sarothamnus Boiirgaei  und S. oxyphyllus  Boiss., Pterospartum tridentatum  (L.) Sp., Adenocarpus anisochilus Boiss. und * complicatus J. Gay, Cistus   populifolius  L., Halimium Libanotis  (L.) Lge. und ocymoidcs  (Lam.) Wk, (die beiden letzteren nur auf der Picota). Zwischen Monchique und Sta. Clara findet sich auch Halimium   formosum (Salzm.) Wk., in den Wäldern der Picota Ilex Aquifolium L. '). Das Monchiquegebirge ist in ganz Algarbien berühmt wegen seines Pflanzenreichtums. Hier mögen nur die endemischen und andere interessante Arten angeführt werden, wobei die blos in Algarbien und überhaupt in Portugal vorkommenden mit (L) bezeichnet werden sollen. In Gebüschen wachsen: (L) Leuzea longifolia  Hfifgg. Lk., (L) Campanula primulaefolia  Brot., Lonicera hiispanica  B. R., (L) Lavandula viridis  Ait., Origanum **virens  Hffgg. Lk., Calamintha ** menthaefolia  Host, Phlomis purpurea L., Anchusa granatensis Boiss., Lithospermum *prostratum  Lois. (südwestlichster  Standort dieser nordatlantischen Art!, Drosophyllum lusitanicum  Lk. (b. Monchique), Silene   mellifera  Boiss., in Wäldern Luzula Forsteri  DC. und Paeonia Broteri Boiss. Reut, auf feuchter lockerer Lauberde der Kastanienhaine sehr häufig die hier schon im Februar blühende Primula acaulis  Brot., welche in der That von P. vulgaris  Huds. ( P. acaulis  Jcqu.) nicht specifisch verschieden zu sein scheint, aber deren Vorkommen im äußersten Südwesten Europas um so auffallender ist, als sie weder in der Sierra Morena und Niederandalusien, noch auf den Granitgebirgen von Alem-Tejo und Estremadura bisher gefunden worden ist. Auf Holzschlägen ist Anthoxanthum  ** aristatum Boiss. sehr häufig, in den Kastanienbeständen wie auch an Wegen um Monchique Euphorbia rupicola Boiss., auf Gerölle bis in die Rhododendronregion hinauf Tuberaria [ so ] vulgaris  Wk. verbreitet. An Bächen findet sich Poterium agrimonioides  L., in Sümpfen (L.) Centaurea uliginosa  Brot., an sumpfigen Plätzen der Triftenformation Fuirena pubescens  Kth. und Juncus bufonius  L. ß. foliosus  Desf., an Felsen und auf Gerolle: (L. ) Calendula lusitanica  Boiss., Serratula pinnatifida  Poir., Saxifraga granulata  L. ß. glaucescens Boiss. Reut., Poterium Spachianum  Coss. und Ranunculus blepharicarpus  Boiss. An den höchsten Felsen kommen vor: Umbilicus hispidus  DC. und Sedum brevifolium  DC. (südwestlichster Standort dieser Pyrenäenpflanze), an Basaltfelsen der Foia (denn bei diesem Gipfel ist der Granit von Basaltgängen durchbrochen) eine im Februar noch nicht blühende buntblättrige und langstenglige Armeria  ( latifolia  W. oder plantaginea  W. ?). Auf sandigem Boden, auf Schutt, wüsten Plätzen wachsen um Monchique: Conyza [so] ambigua  DC, Centaurea Prolongi  Boiss. und Salvia Verbenaca  L. y. praecox  Lge.; auf dürrem Boden im Gebirge: Centaurea tagana  Brot., (L.) Cynara algarbiensis Coss., Helminthia spinosa DC. ( H. lusitanica  Welw.), Arenaria coninibricensis  Brot. (Picota) und Silene hirsuta  Lag. y . hirta Wk. (bei Caldas de Monchique). An Wegen, auf feuchten Plätzen und bebautem Boden um Monchique finden sich auch Reseda media  Lag. und Soliva lusitanica  Less. [ Soliva stolonifera ]; an kräuterreichen, schattigen Stellen: ** Phytolacca decandra  L. ; in schattigen Waldschluchten in der Nähe des in einem Hain hochstämmiger Orangenbäume am südlichen Fuße der Picota gelegenen Bades As Caldas auf fettem [8]  Boden die Colocasia (so) antiquorum  Schott mit riesengroßen Blättern, endlich auf Weidetriften der Picota seltsamerweise das in den Gebirgen von Corsica heimische Leucojum longifolium  J. Gay. Noch sei erwähnt, dass in dem gut angebauten Thale von Monchique alle Südfrüchte, selbst Orangen, trefflich gedeihen, ein Beweis, dass dieses Thal bereits der warmen Region angehört.

A seguir uma lista da Flora vascular da quadrícula UTM NB32   [9]  da Serra de Monchique:

Adenocarpus anisochilus

Adiantum capillus-veneris

Alnus glutinosa

Anagallis monelli

Anarrhinum bellidifolium

Andryala integrifolia

Arbutus unedo

Arenaria montana  subsp. montana

Arisarum simorrhinum

Aristolochia paucinervis

Arundo donax

Asphodelus aestivus

Asplenium trichomanes  subsp. quadrivalens

Asterolinon linum-stellatum

Bartsia trixago

Bituminaria bituminosa

Brachypodium distachyon

Briza maxima

Briza minor

Calamintha nepeta  subsp. nepeta

Calluna vulgaris

Campanula alata

Campanula erinus

Campanula lusitanica  subsp. lusitanica

Campanula rapunculus

Centranthus calcitrapae  var. calcitrapae

Ceratonia siliqua

Ceterach officinarum  subsp. officinarum

Chrysanthemum segetum

Cistus crispus

Cistus ladanifer  subsp. ladanifer

Cistus salviifolius

Clinopodium vulgare

Coleostephus myconis

Coronilla repanda  subsp. dura

Crataegus monogyna

Cymbalaria muralis  subsp. muralis

Cynara algarbiensis

Cynodon dactylon

Cyperus eragrostis

Cyperus longus

Daphne gnidium

Daucus crinitus

Digitalis purpurea  subsp. purpurea

Dipsacus comosus

Dittrichia viscosa  subsp. revoluta

Dorycnium rectum

Echium plantagineum

Erica arborea

Erica australis  subsp. australis

Erica lusitanica

Erophaca baetica  subsp. baetica

Euphorbia characias  subsp. characias

Euphorbia helioscopia subsp. helioscopia  

Euphorbia paniculata  subsp. monchiquensis

Foeniculum vulgare

Frangula alnus

Galactites tomentosus

Genista hirsuta  subsp. hirsuta

Genista triacanthos

Hedypnois cretica

Helichrysum stoechas  subsp. stoechas

Juncus heterophyllus

Lapsana communis  subsp. communis

Lathyrus clymenum

Lavandula stoechas  subsp. stoechas

Lavandula viridis

Linaria amethystea  subsp. amethystea

Linum trigynum  subsp. tenue

Lithodora prostrata  subsp. lusitanica

Lonicera periclymenum  subsp. hispanica

Lotus conimbricensis

Lotus pedunculatus

Lupinus angustifolius

Magydaris panacifolia

Mentha pulegium

Mentha suaveolens

Misopates orontium

Myrica faya

Myrtus communis

Oenanthe crocata

Olea europaea  var. sylvestris

Olea europaea  var. europaea

Origanum vulgare  subsp. virens

Ornithogalum broteroi

Ornithopus compressus

Ornithopus perpusillus

Osmunda regalis

Osyris lanceolata

Oxalis pes-caprae

Paeonia broteri

Parentucellia viscosa

Phagnalon saxatile

Phillyrea angustifolia

Phlomis purpurea

Phytolacca americana

Pimpinella villosa

Pinus pinaster

Pinus pinea

Pistacia lentiscus

Plantago lagopus

Plantago lanceolata

Plantago serraria

Primula acaulis  subsp. acaulis

Prunella vulgaris

Pteridium aquilinum  subsp. aquilinum

Pulicaria odora

Pulicaria paludosa

Pyrus bourgaeana

Quercus suber

Rhododendron ponticum  subsp. baeticum

Romulea bulbocodium

Rorippa nasturtium-aquaticum

Rubia peregrina

Rubus ulmifolius  var. ulmifolius

Rumex induratus

Ruscus aculeatus

Ruta montana

Salix atrocinerea

Scilla monophyllos

Scirpoides holoschoenus

Scorpiurus vermiculatus

Scutellaria minor

Sedum album

Sedum brevifolium

Sedum forsterianum

Sedum hirsutum  subsp. hirsutum

Selaginella denticulata

Senecio jacobaea

Serapias parviflora

Sesamoides purpurascens

Sherardia arvensis

Silene gallica

Silene laeta

Silene mellifera

Smilax aspera

Stachys arvensis

Tamus communis

Teucrium scorodonia

Tolpis barbata

Trifolium angustifolium

Trifolium campestre

Trifolium stellatum

Tuberaria guttata

Tuberaria lignosa

Ulex argenteus  subsp. argenteus

Ulex minor

Umbilicus rupestris

Urginea maritima

Urospermum picroides

Verbascum virgatum

Viburnum tinus

Vicia lutea  subsp. lutea

Espécies ainda sem imagem:

  1. Anagallis arvensis subsp. arvensis
  2. Asphodelus ramosus subsp. distalis
  3. Cistus populifolius subsp. major
  4. Cytinus hypocistis subsp. hypocistis
  5. Epipactis lusitanica
  6. Ficus carica
  7. Jasione montana var. montana
  8. Myosotis laxa subsp. caespitosa
  9. Phalaris aquatica
  10. Rumex acetosella subsp. angiocarpus
  11. Salix alba var. vitellina
  12. Salix salviifolia subsp. australis
  13. Sanguisorba hybrida
  14. Spergularia rubra
  15. Thapsia minor
  16. Typha domingensis
  17. Veronica anagallis-aquatica subsp. anagallis-aquatica
  18. Vitis vinifera subsp. sylvestris

Algarve (from Polunin & Smythies 1987)

Algarve (from Polunin & Smythies 1987)

Veja à seguir: 2.1.3.2 Serra do Malhão  

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[1]  WILLKOMM,  M.  (1896)  -   Grundzüge  der  Pflanzenverbreitung  auf  der  iberischen  Halbinsel .   In  Sammlung  von  Engler,  A.  und  Drud,  O.:   Die  Vegetation  der  Erde . Engelmann. Leipzig

[7]  WILLKOMM,  M.  (1896)  -   Grundzüge  der  Pflanzenverbreitung  auf  der  iberischen  Halbinsel .   In  Sammlung  von  Engler,  A.  und  Drud,  O.:   Die  Vegetation  der  Erde . Engelmann. Leipzig

[8]   Oder vielleicht richtiger IIex Perado ? Es wäre wenigstens sehr merkwürdig, wenn I. Aquifolium,  das in Westspanien seine Südgrenze in den Gebirgen von Cäceres (Estremadura) hat und in der ganzen S. Morena bisher nirgends gefunden worden ist, noch einmal im äußersten Südwesten der Halbinsel aufträte.

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