A Associação "Trilhos d'Esplendor" com sede na Praia de Quiaios, Figueira da Foz, pretende fazer em caminhadas guiadas uma descrição fotográfica da Flora da Serra da Boa Viagem e das Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas. Também mostramos o uso fito-terapêutico desta Flora cujo valor na medicina tradicional é bem conhecido na população local. São todos convidados para descobrir a beleza florística desta terra. Visitem uma das regiões mais importantes de biodiversidade de Portugal!

Download of PDFs (2 Volumes - Eds. 2014):

"Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited" (Vol. I - Introdução - 371 pp.) (->Download)

"Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited" (Vol. II - Portugal - 1559 pp.) (-> Download)

(contains Web links to Flora-On for observed plant species, Web links to high resolution Google satellite-maps (JPG) of plant-hunting regions from the Iberian peninsula; illustrated text in Portuguese language)


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sexta-feira, 9 de maio de 2014

2.1.3.2 Flowers of South-West Europe revisited - Algarve Malhão

“Flowers of South-West Europe - a field guide” - de Oleg Polunin e B.E. Smythies


“Revisitas” de regiões  esquecidas no tempo - “Plant Hunting Regions” - a partir de uma obra de grande valor para o especialista e amador de botânica como da Natureza em geral.



Por
Horst Engels, Cecilia Sousa, Luísa Diniz, Nicole Engels, José Saraiva; Victor Rito
da
Associação “Trilhos d’Esplendor”







2.1 O Algarve

       




2.1.3.2 Serra do Malhão/Caldeirão



Serra do Malhão



A Serra do Malhão, fazendo parte da cadeia serrana do Algarve, é uma parte do soco paleozóico antigo do Algarve é constituída por xisto-grauvaque, rocha que origina solos finos, ácidos e pouco férteis.
. O maciço antigo consistiu numa bacia interior - um geossinclinal, onde se depositavam materiais das áreas emersas circundantes e que, em virtude de movimentos da crusta terrestre foi levantado, enrugado, fracturado e por fim erodido até ao arrasamento, durante o Pérmico. Desde há 250 MA a evolução do maciço antigo ficou a dever-se fundamentalmente à tectónica, que acabou por fazer submergir a área que ficara submersa, à actividade sub-vulcânica durante o Cretácico, à falha de São Marcos da Serra, à presença das serras de Monchique e do Caldeirão e aos agentes modeladores do relevo que o têm vindo a erodir.


As serras do Algarve têm solos acidos e por isso uma flora bem diferente do barrocal que tem calcários. Entre barrocal e serras, existe no concelho de Loulé uma área classificada, a paisagem protegida Local da Rocha da Pena que é conhecido sobretudo pelos ornitólogos.  Devido à sua localização geográfica, a Paisagem Protegida possui uma grande diversidade de avifauna, tendo sido avistadas cerca de 122 espécies que, na sua maioria, são residentes, embora também se encontrem aves migratórias, invernantes, nidificadoras e estivais.






A Rocha da Pena é uma cornija escarpada de calcários muito duros, cujo planalto tem aproximadamente 2 km de comprimento e uma escarpa com cerca de 50 m de altura. A altitude máxima deste local é de 479 m.  Ao longo dos anos, a sua rocha calcária tem sofrido uma lenta erosão química, dando origem a fendas e grutas.






Mas também floristicamente, a Rocha da Pena tem grande interesse. Aqui uma listagem das das plantas vasculares da região da Rocha da Pena da FLORA-ON:






Algarve (from Polunin & Smythies 1987)
Algarve (from Polunin & Smythies 1987)





Veja à seguir: Serra do Caldeirão


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